Quando a briga política pode fazer bem
Já é sabido que José Serra e Aécio Neves assumiram seus mandatos como governadores de São Paulo e Minas Gerais de olho na eleição presidencial de 2010. Ora, sendo os dois do mesmo partido, terá direito à disputa do cargo aquele que mais se destacar na sua atuação como governante dos dois estados da região sudeste.
Aécio leva uma ligeira vantagem, pois foi reeleito com uma votação esmagadora. Serra perdeu um pouco por abandonar a prefeitura depois de jurar que não faria isso, mas por outro lado, pega um estado com 12 anos de administração tucana. Essa necessidade dos dois de mostrar trabalho pode trazer grandes benefícios aos dois estados, já que será necessário por a máquina para funcionar, de preferência estando “de bem” com o governo federal, o que pode facilitar e muito as coisas.
Muito tem se falado sobre a possibilidade de Aécio deixar o PSDB para evitar o desgaste de uma disputa de prévia com José Serra. O presidente Lula ainda não conseguiu consolidar um nome para “apadrinhar” como candidato a seu sucessor. Especula-se que possa ser o Aécio, numa nova frente de Centro-Esquerda, ou mesmo no PMDB.
Um outro possível “player” surgiu do nada nos últimos dias. O governador recém-empossado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, assumiu o cargo de mãos dadas com o governo federal, deixando claro que sua linha de governo será bem diferente daquela adotada por Rosinha Garotinho, que sempre rechaçou qualquer tipo de contato mais estreito com o governo federal. Sérgio Cabral já trabalha com o governo federal na questão da segurança,(solicitou apoio da Guarda Nacional, das Forças Armadas, enviou presos para o presídio federal de Catanduvas no Paraná), na defesa civil, devido a calamidade em que o estado fluminense se encontra devido às chuvas desse verão, entre outras coisas.
Assim, o Rio de Janeiro também deverá ter um governo de qualidade e muito trabalho. Se o Sérgio Cabral também entrará na disputa a vaga para concorrer à presidência pelo PMDB, só o tempo é que vai dizer. Só esperamos que a expectativa de 4 anos de muito trabalho por parte dos governantes se confirme e que esse processo possa ter continuidade.
Aécio leva uma ligeira vantagem, pois foi reeleito com uma votação esmagadora. Serra perdeu um pouco por abandonar a prefeitura depois de jurar que não faria isso, mas por outro lado, pega um estado com 12 anos de administração tucana. Essa necessidade dos dois de mostrar trabalho pode trazer grandes benefícios aos dois estados, já que será necessário por a máquina para funcionar, de preferência estando “de bem” com o governo federal, o que pode facilitar e muito as coisas.
Muito tem se falado sobre a possibilidade de Aécio deixar o PSDB para evitar o desgaste de uma disputa de prévia com José Serra. O presidente Lula ainda não conseguiu consolidar um nome para “apadrinhar” como candidato a seu sucessor. Especula-se que possa ser o Aécio, numa nova frente de Centro-Esquerda, ou mesmo no PMDB.
Um outro possível “player” surgiu do nada nos últimos dias. O governador recém-empossado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, assumiu o cargo de mãos dadas com o governo federal, deixando claro que sua linha de governo será bem diferente daquela adotada por Rosinha Garotinho, que sempre rechaçou qualquer tipo de contato mais estreito com o governo federal. Sérgio Cabral já trabalha com o governo federal na questão da segurança,(solicitou apoio da Guarda Nacional, das Forças Armadas, enviou presos para o presídio federal de Catanduvas no Paraná), na defesa civil, devido a calamidade em que o estado fluminense se encontra devido às chuvas desse verão, entre outras coisas.
Assim, o Rio de Janeiro também deverá ter um governo de qualidade e muito trabalho. Se o Sérgio Cabral também entrará na disputa a vaga para concorrer à presidência pelo PMDB, só o tempo é que vai dizer. Só esperamos que a expectativa de 4 anos de muito trabalho por parte dos governantes se confirme e que esse processo possa ter continuidade.

4 Comments:
Será que o Jaques Wagner não será a opção de Lula para 2010?
Jaques Wagner do PT, alem de conseguir impor a maior derrota a ACM das duas últimas décadas, vai governar o 4o. maior estado do Brasil em número de eleitores, e com certeza poderá fazer um grande governo com o apoio incondicional do governo federal.
Mas quem corre "por fora" mesmo é Ciro Gomes, que não abandonou seu projeto de um dia ser presidente.
Há algumas semanas, o Tasso Jereissati (PSDB) falou que votaria nele! FHC, numa entrevista para a Folha, deu um puxão de orelha no Tasso, hehe..
Ou seja: o PSDB é quase tão fragmentado quanto o PMDB. Só é um pouco mais cauteloso na hora de expor as fraturas.
O Cabralzinho concorrerá em 2014, depois de 8 anos governando o Rio. Contra um derrotadíssimo Serra. E um Jaques Wagner forte depois de 8 anos de revolução na terra do Jorge Amado.
Agora, os números da mega-sena acumuladíssima eu não conto não.
hahahaha... Esse números eu já tenho Nando!
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